Vilões históricos da teledramaturgia brasileira

Toda novela que se preze tem que ter um personagem com desvio de caráter para atrapalhar a vida dos mocinhos. Se antes os atores fugiam dos papéis de vilões, agora eles torcem para serem escalados para fazer maldades em um folhetim.

De uns tempos para cá, os antagonistas têm ofuscado os protagonistas e, apesar das maldades cometidas por eles, muitos caíram no gosto dos telespectadores e povoam a memória do público. Neste post reunimos vilões que marcaram a teledramaturgia brasileira. Confira!

 

Em "Irmãos Coragem" (1970), o temido coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho) se achava o dono da cidade de Coroado. O latifundiário controlava o comércio de diamantes na região até a chegada dos Irmãos Coragem, que não aceitavam abaixar a cabeça para o pai de Lara (Glória Menezes). O coronel roubou uma valiosa pedra encontrada por João Coragem (Tarcísio Meira) e os dois travaram uma disputa durante toda a novela. Na trama escrita por Janete Clair, Pedro Barros corrompia a polícia e comprava votos com o objetivo de oprimir a população da cidade. No último capítulo, o coronel, louco, coloca fogo em Coroado.

 

Em "Selva de Pedra" (1972), Dina Sfat brilhou no papel de Fernanda. A jovem foi abandonada no altar por Cristiano (Francisco Cuoco) por se sentir responsável pela morte de sua mulher, a artista plástica Simone (Regina Duarte) - que na verdade não morreu. Por conta dessa humilhação, Fernanda passa a perseguir o amado em busca de vingança. A megera termina a novela louca, internada em um hospital psiquiátrico. Na segunda versão do folhetim, exibido em 1986, Christiane Torloni interpretou a vilã.

 

Em "Anjo Mau" (1976), Susana Vieira deixou todos impressionados com as maldades da babá Nice. A jovem não media esforços para conquistar o patrão, tudo para deixar de ser pobre, ascender socialmente e se tornar dona do casarão da família Medeiros. No final da trama, Nice consegue alcançar seu objetivo: casa-se com Rodrigo (José Wilker) e engravida dele. Só que o autor Cássio Gabus Mendes lhe reservou um trágico final: a jovem morre, no último capítulo, durante o parto.

 

Nice era um verdadeiro anjo perto das maldades de Lêoncio (Rubens de Falco) em "Escrava Isaura" (1976). Na trama escrita por Gilberto Braga, o fazendeiro era apaixonado loucamente por Isaura (Lucélia Santos), uma escrava branca alforriada por sua mãe antes de morrer. Para continuar ao lado da jovem, o vilão esconde a carta, mas tem que lidar com a rejeição da escrava. Inescrupuloso e cruel, ele submete a amada a todo tipo de maldade para que a escrava mude de idéia. Leôncio se mata no último capítulo após descobrir que, além de perder Isaura, está falido.

 

Em "Cambalacho" (1986), Andréia (Natália do Valle) não tinha o menor escrúpulo. A jovem se casou com um velho milionário no intuito de herdar sua fortuna. Após a morte do marido, ela descobriu que a herdeira de Antero (Mário Lago) é uma suposta filha desaparecida. Para não perder a boa vida, Andreia contratou um advogado que faz de tudo para que ela não perdesse a herança.

 

Odete Roitman, imortalizada por Beatriz Segall, ocupa o posto de maior vilã da TV brasileira. Em "Vale Tudo" (1989), a empresária rica, fina e arrogante, tinha o hábito de manipular a tudo e a todos, principalmente a vida dos filhos. Para fazer com que Heleninha (Renata Sorrah) se case com um dos diretores de sua empresa, Odete faz um acordo com Maria de Fátima: pede que a jovem faça com que Ivan (Antônio Fagundes) termine seu relacionamento com sua mãe e em troca ela fará com que o caçula Afonso (Cássio Gabus) se case com a moça. No decorrer da trama, a empresária faz de tudo para arruinar a vida de Raquel (Regina Duarte), mãe de sua nora e ex de Ivan. Pouco antes do final da novela, a megera é assassinada por engano por Laura (Cássia Kiss). Mas, o público só descobre o verdadeiro assassino no último capítulo.

 

"Vale Tudo", escrita por Gilberto Braga, também contava com outra vilã que não deixava nada a desejar a Odete Roitman. Antes de se aliar a megera, Maria de Fátima já aprontava das suas. Logo no começo da trama, ela vendeu a casa onde morava com Raquel, pegou o dinheiro e se mudou para o Rio de Janeiro, deixando a mãe sem ter onde morar. Tudo para deixar de ser pobre e conseguir se casar com um milionário. Após o acordo com Odete, Fátima se casa com Afonso, mas mantem um caso com César (Carlos Aberto).

 

Em "Tieta" (1989), por inveja da irmã, a beata Perpétua (Joana Fomm) fez com que o pai a expulsasse de casa. Só que ela não esperava que Tieta fosse voltar a cidade anos depois poderosa e mais linda do que nunca. Ao longo da trama, as duas protagonizaram brigas inesquecíveis. A vilã ainda teve que engolir o namoro de seu filho com a tia.

 

Obcecada pelo enteado Eduardo (Tony Ramos), Laurinha Figueroa (Glória Menezes) transformou a vida de Maria do Carmo (Regina Duarte) em um inferno depois que a emergente se casou com o rapaz em “Rainha da Sucata” (1990). Socialite falida, Luarinha desprezava a rival por ela ter sido pobre e ficado rica através de uma empresa de ferro-velho. A vilã armou todos os tipos de golpes para tentar conquistar o amado, chegando a matar o próprio marido. No último capítulo, antes de se suicidar, ela tenta fazer com que a rival seja considerada culpada por sua morte. A loira arrancou um brinco da orelha de Maria do Carmo e se jogou do alto do prédio onde ficava a sede dos negócios da emergente.

 

Em “O Dono do Mundo” (1991), cirurgião plástico Felipe Barreto (Antônio Fagundes) colecionou maldades inescrupulosas. Arrogante, ambicioso e egoísta, apostou que tiraria a virgindade de Márcia (Malu Mader), noiva de um de seus funcionários, antes da lua-de-mel. Felipe venceu a aposta e acabou engravidando a jovem que ficou viúva após o marido ter descoberto a traição. Em determinado momento da novela, o vilão se fez de bonzinho para reconquistar Márcia. No último capítulo, o médico aparece tentando seduzir uma mulher ainda mais nova.

 

Em “Vamp”(1991), o Conde Vladimir Polanski (Ney Latorraca) é o líder máximo dos vampiros. Vlad descobre que, em outra encarnação, Natasha (Cláudia Ohanna) era Eugênia, seu grande amor do passado, que lhe trocou por Rocha/Capitão Jonas (Reginaldo Faria). Com isso, o vampiro passa a perseguir a cantora e a família do capitão. Vlad foi um dos vilões mais trashs da história da teledramatugia nacional. De tão pop, caiu no gosto do público com seu jeito infantil e engraçado.

 

Em “Mulheres de Areia” (1993), Glória Pires fazia a heroína e a vilã da trama, as gêmeas Ruth e Raquel. Se a primeira era a pureza em pessoa, a segunda era personificação da maldade. Raquel se aproveitou da semelhança física da irmã para lhe roubar o amor de sua vida, o rico empresário Marcos Assunção (Guilherme Fontes). Egoísta e ambiciosa, ela também se divertia maltratando o escultor Tonho da Lua (Marcos Frota). O rapaz, que sofria de problemas mentais, era apaixonado por Ruth.

 

Em “A Viagem” (1994), Alexandre passou a atormentar a vida de seus inimigos depois de morto. Pego em flagrante roubando um cofre, o rapaz foi entregue a polícia pelo irmão Raul (Miguel Falabella) e pelo cunhado Theo (Maurício Mattar). O conceituado criminalista Otávio Jordão (Antonio Fagundes) se recusou a defender o loiro e, por ser amigo da vítima, fez de tudo para que o jovem fosse condenado. Após ser considerado culpado, o irmão de Dinah (Christiane Torloni) se suicidou. No plano espiritual, ele passoou a infernizar a vida de Raul, Theo e Otávio e passa a interferir no destino de vários personagens.

 

Mesquinha e avarenta, Maria altiva (Eva Wilma) não perdia uma oportunidade de desfazer da cunhada Maria Eulália (Adriana Esteves) em “A Indomada” (1997). Após a morte da cunhada, a megera passou a duelar com Teobaldo (José Mayer), um forasteiro apaixonado por Eulália que jurou se vingar dos Mendonça e Albuquerque. Após ganhar toda a fortuna de Pedro Afonso (Claudio Marzo), em uma mesa de jogo, o Teolbaldo entregou a fortuna nas mãos de Maria Helena (Adriana Esteves), filha de Eulália. A partir daí, Altiva vira seu alvo para a sobrinha. A vilã tinha como seu fiel escudeiro o corrupto deputado Pitágoras (Ary Fontoura). Defensora dos bons costumes, atormentou a vida das prostitutas da cidade. No último capítulo, ao tentar queimar a Helena viva, acabou morrendo e virou fumaça.

 

Branca Letícia de Barros Mota (Susana Vieira) era uma mãe de causar calafrios em "Por Amor" (1997). A loira não escondia sua preferência pelo filho mais velho, Marcelo (Fábio Assunção), por julgar que ele seria fruto de um caso com o grande amor de sua vida, Atílio (Antônio Fagundes). Passou toda a trama destratando o filho Leonardo (Murílio Benício), o verdadeiro filho de Atílio, e brigando com a filha Milena (Carolina Ferraz) por conta de seu namorado pobre. Controladora, debochada e cruel, a vilã chegou a criar um falso flagrante para incriminar o rapaz e separá-lo da menina. A vilã acabou sozinha, abandonada pelo marido e pelos filhos, tomando seu famoso drinque.

 

Em “Suave Veneno” (1999), Maria Regina (Letícia Spiller) cometeu diversos tipos de maldade para ocupar o posto de presidente na empresa da família. A megera armou contra as irmãs, roubou os negócios do pai, acusou o marido de assédio sexual para conseguir o divórcio, além de manipular o amante, um ex-presidiário que se torna seu motorista. Louca, a vilã terminou a novela sendo perseguida pela polícia. Para não pagar pelos crimes que cometeu, a morena jogou seu carro do alto de um penhasco.

 

Em “Porto dos Milagres”(2001), o casal formado por Félix (Antônio Fagundes) e Adma (Cássia Kiss) cometeu todo o tipo de maldade. Já no começo da trama, a megera envenenou o cunhado para que o marido assumisse seu lugar na prefeitura de uma cidade no interior da Bahia. Além disso, a dupla mandou dar um sumiço no único filho do rapaz e matar a mãe do herdeiro do menino. No decorrer da história, o casal matou todas as pessoas que podiam fazer com que eles perdessem tudo que conquistaram. No final da novela, Félix abandonou a esposa que acabou morrendo do próprio veneno ao tentar matar seu fiel capataz. Eleito governador, o ex-marido de Adma foi assassinado pela prostituta Rosa Palmeirão no dia de sua posse.

 

Em “Mulheres Apaixonadas” (2003), Marcos (Dan Stulbach) era um lobo em pele de cordeiro. O rapaz tinha prazer em espancar Raquel (Helena Ranaldi), que por medo do ex-marido não conseguia se livrar de seu algoz. As cenas em que o crápula usava uma raquete de tênis para agredir a amada chocaram o público e levantou uma discussão sobre a agressão as mulheres. Marcos se tornou um verdadeiro psicopata ao descobrir que a professora havia se apaixonado por um de seus alunos. No final da trama, ele seqüestrou o menino e morreu ao lado do garoto após jogar o carro de um penhasco.

 

“Celebridades” (2003) inaugurou uma nova fase de vilões: aqueles que de tão maus acabaram conquistando o público por conta de sua ironia. A invejosa Laura (Cláudia Abreu) se aproximou de Maria Clara Diniz (Malu Mader) para lhe roubar tudo que fosse seu. A “cachorra” tinha o objetivo de destruir a famosa produtora e assumir seu lugar. Ao lado do michê Marcos (Márcio Garcia), a megera divertiu o público com seu jeito debochado e fez todo mundo odiá-la por suas maldades. A loirinha matou até o pai da rival no intuito de prejudicá-la. A megera acabou morta pela polícia.

 

A trama escrita por Gilberto Braga contava ainda com outro personagem inescrupuloso. Tal qual Laura, Renato Mendes (Fábio Assunção) passou a novela perseguindo Maria Clara. Apaixonado pela morena, ele não aceitava o fato de que ela não correspondia aos seus sentimentos. O editor da revista “Fama”, que travou uma disputa de ego – e maldades – com Laura, não economizou esforços para separar o ex-cunhado de seu sobrinho de olho na fortuna do garoto.

 

Em “Da Cor do Pecado” (2004), Bárbara decidiu namorar Paco (Reynaldo Gianechinni) por ele ser herdeiro de uma grande fortuna. A mau caráter vê seus planos irem por água abaixo quando o rapaz se apaixona por Preta (Taís Araújo). Sem aceitar o fato de perder seu posto – ainda mais para uma negra, a loira decide transformar a vida do casal em um inferno e armou um plano para matar o bonitão. Achando que Paco estivesse morto, Bárbara foi morar com Afonso (Lima Duarte), o pai do biólogo, em sua mansão e se aliou a Tony (Guilher Weber) para tentar tirar o velho da empresa. Chantageada pelo cúmplice, a megera comeu o pão que o diabo amassou nas mãos de Tony. No final, ela matou o amante e depois se suicidou.

 

Nazaré (Renata Sorrah) é uma das vilãs mais lembradas pelo público. Aguinaldo Silva estava inspirado quando criou a personagem de "Senhora do Destino" (2004). Para arrumar um casamento e se livrar do bordel onde trabalhava, a loira sequestrou Lindalva (Carolina Dieckamnn), filha de Maria do Carmo (Susana Vieira), e fingiu que a menina era sua filha legítima. Quando seu marido descobriu a verdade, não pensou duas vezes em matá-lo. A falsa enfermeira o empurrou do alto de uma escada para manter seu segredo. Com suas tiradas engraçadas, conquistou parte do público que se divertia com as maldades de Nazaré. No último capítulo, se jogou de uma ponte de mais de 90 metros de altura.

 

Com horror a pobre, Bia Falcão (Fernanda Montenegro) fez tudo para separar os netos Júlia (Glória Pires) e Pedro (Henri Castelli) de pessoas de origem humilde em “Belíssima” (2005). A vilã armou vários atentados para matar a viúva de seu neto, sequestrou a bisneta, contratou um rapaz para roubar a fortuna de Júlia e forjou a própria morte. Tudo para ser a única dona da marca “Belíssima”. No final, a empresária fugiu do país com um garoto de programa.

 

Em “Páginas da Vida” (2006), a amargura de Marta (Lília Cabral) fez com que ela se transformasse em uma mulher cruel. Dominadora, rejeitou a filha ao descobrir que ela havia engravidado durante o tempo em que estava estudando fora do país. Após a morte da herdeira, ordenou que a médica que fez o parto de Nanda (Fernanda Vasconcellos) encaminhasse a neta para adoção após descobrir que ela era portadora da Síndrome de Down.

 

A ambiciosa e invejosa Leona (Carolina Dieckmann) não media esforços para se dar bem na vida em “Cobras e Lagartos” (2006). A vilã tinha um caso com Estevão (Henri Castelli), noivo de sua prima Bel (Mariana Ximenes). O casal passou toda trama tentando dar um golpe na jovem para ficar com sua fortuna. Só que a loira acabou se apaixonando por Duda (Daniel de Oliveira), o grande amor de Bel. Louca, a megera tacou fogo na empresa onde se desenrolava a trama e acabou morrendo queimada.

 

Em “Alma Gêmea” (2005), a invejosa Cristina (Flávia Alessandra) arma um assalto para ficar com as jóias da prima Luna (Liliana Castro) que acaba resultando na morte da jovem. Daí em diante, a megera começa seu plano para se casar com o viúvo Rafael (Du Moscovis). Os planos da moça vão por água abaixo quando a índia Serena (Priscila Fantin) chega a cidade e acaba conquistando o coração do botânico. Reencarnação de Luna, a morena é vítima das armadilhas da loira que tentou de tudo para tirar a rival de seu caminho. Cristina é mais uma vilã que acaba morrendo louca em um incêndio.

 

Em “Duas Caras” (2007), Alinne Moraes roubou a cena e se transformou na grande vilã da trama. Sua personagem, a mimada Sílvia, se apaixonou por Ferraço (Dalton Vigh) – até então vilão da história, e se tornou uma psicopata à beira da loucura. A jovem tentou matar o enteado afogado e se jogou do alto da escada só para estragar a festa do menino. A morena terminou a trama casada com um milionário francês, fugiu do país para escapar da prisão e levou o amante motorista.

 

Gilberto Braga é mestre na arte de criar vilões. Em “Paraíso Tropical” (2007), o mau caráter Olavo (Wagner Moura) fez de tudo para derrubar o bom-moço Daniel (Fábio Assunção) e assumir seu lugar no Grupo Cavalcanti. Seu romance com a prostitua Bebel (Camila Pitanga) rendeu ótimas cenas e o casal caiu no gosto do público que torcia pela felicidade dos dois – apesar dos crimes cometidos pelo empresário. A química entre eles era tamanha que a dupla acabou ofuscando os protagonistas. Olavo foi assassinado pelo irmão no último capítulo.

 

João Emanuel Carneiro enganou a todos com a cara de boazinha de Flora (Patrícia Pillar) em "A Favorita" (2009). No começo da trama, a loira parecia uma típica heroína injustiçada. A loira foi presa, acusada da morte do amante cuja a única testemunha do crime é sua antiga parceira em uma dupla sertaneja, Donatela (Claudia Raia). Após cumprir pena de 18 anos de prisão, ela deixa o local disposta a provar sua inocência. Só que no meio da trama o público descobre que Flora, além de ser culpada pelo crime, é uma psicopata. Disposta a destruir Donatela por inveja, cometeu vários assassinatos para incriminar a rival. No final, ela acaba presa e louca.

 

Em “Passione” (2010), o público acompanhou as maldades de Clara. A loirinha era um verdadeiro demônio. Mentirosa e dissimulada, ela matou Eugênio (Mauro Mendonça), após descobrir que o paradeiro do filho de sua esposa. Com isso, a jovem armou um plano de se casar com o italiano Totó (Tony Ramos), herdeiro de uma fortuna no Brasil. Explorada pela avó quando criança, ela matou seu antigo cliente - e amante - a facadas. Aliada a Fred (Reynaldo Gianechinni), Clara deu um golpe no cúmplice para ficar com todo o dinheiro de Totó. A vilã passou boa parte da trama tentando matar o italiano sem sucesso. Em determinado momento da trama ela acaba sendo presa e se faz passar por boazinha. A megera termina a novela do jeito que começou como enfermeira de um ricaço com problemas de saúde. Antes disso, ela faz com que Fred apodreça atrás das grades por um crime que ele não cometeu.

Fonte: entretenimento.br.msn.com

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