Os mistérios da Bíblia



Os mistérios da Bíblia

A Bíblia é o livro mais vendido da história da humanidade, no qual toda a fé cristã se baseia. Por ser um livro místico e tão vendido, a Bíblia acabou se tornando o alvo de muitos estudos, pois as histórias inacreditáveis que esse livro possui despertam a imaginação e curiosidade de muitas pessoas.
Ao longo dos anos, diversos pontos interessantes foram descobertos na Bíblia, desde contradições existentes até novas partes que deveriam fazer parte do livro que nós conhecemos, mas por algum motivo foram abolidas ou estavam escondidas e surgiram há pouco tempo.

Juntando todas essas incertezas e mais algumas histórias extraordinárias que podemos ler na Bíblia, acabamos tendo um leque enorme de mistérios vindos desse livro, tais como: Quem escreveu os Evangelhos? Quem era o discípulo amado? A Bíblia contém códigos escondidos em seus textos? Onde ficava o Jardim do Éden? Realmente existiram Sodoma e Gomorra? Onde foi parar a famosa Arca da Aliança?
Existem muitos outros mistérios em volta do livro sagrado, por isso nós vamos buscar as respostas para essas perguntas e tentar desvendar alguns dos mistérios da Bíblia.


Desmistificando o Êxodo

O Êxodo é uma das partes mais importantes da Bíblia historicamente, pois conta como o povo de Israel conseguiu se libertar da escravidão e deixou o Egito, indo em busca da “Terra Prometida”, tudo isso com a ajuda de Deus, que enviou as famosas pragas que forçaram o Faraó a libertá-los.
Contudo a questão que fica é:
“Seriam essas pragas uma maldição enviada do céu ou apenas acontecimentos naturais?”
A ciência vem estudando há anos essa questão e muito pesquisadores afirmam que as pragas que atacaram o Egito são coisas naturais que poderiam ter acontecido sem nenhuma intervenção divina.


A primeira praga (trecho da Bíblia acima) a atacar o Egito foi uma suposta transformação da água do rio em sangue, o que mataria também todos os peixes. A explicação para esse fenômeno é simples, pois uma variação da famosa Maré Vermelha poderia ter atacado o rio, dessa forma ele aparentaria ser de sangue e os peixes morreriam.



O fato mais interessante é que essa primeira praga provavelmente foi quem desencadeou a segunda, pois existe uma clara ligação. A segunda praga a atacar o Egito foram rãs, algo óbvio, pois com a morte dos peixes esses animais se reproduziriam livremente, sem predadores, e como o rio estava infectado, logicamente elas abandonariam o local em busca de outro. Dessa forma,acabaram invadindo as casas e a cidades do Egito, exatamente como a Bíblia diz.


Logo que as rãs morreram, pois não tinham mais onde viver, o Egito foi atacado por insetos, outra “maldição divina”. A primeira leva do ataque foi feita por “piolhos”, mas na época na qual os textos foram escritos a palavra “piolho” servia para qualquer inseto pequeno. Por isso acredita-se que na verdade tenham sido muitos mosquitos que atacaram tanto os seres humanos, quantos os animais.


Em seguida, o Egito começou a sofrer com as moscas, algo óbvio, pois a rãs podres atrairiam esse tipo de inseto. Assim que os mosquitos e moscas iniciaram seus ataques, os animais começaram a morrer e isso leva a crer que esses insetos acabaram transmitindo algumas doenças, algo bastante comum. Logo os seres humanos também começaram a morrer com doenças estranhas, mas a explicação para isso é fácil, os mesmo insetos que transmitiram doenças para o animais acabaram infectando os humanos.

Dessa forma, observando todos esses fatos, tudo que aconteceu no Egito não aparenta ser tão extraordinário, na realidade parece ser mais um sequência lógica de fatos, tão bem embasada que pouco espaço deixa para intervenção divina ou para que alguma explicação sobrenatural seja aceita.
Mas depois que as pragas mataram muitos humanos, outra cadeia de acontecimento se iniciou, devastando ainda mais o Egito, criando o caos total de forma que o povo de Israel acabou sendo libertado, contudo mais uma vez os eventos podem ser explicados sem a intervenção divina, como você vai descobrir.

Depois das pragas que se iniciaram quando o rio foi “transformado em sangue” até a morte de humanos por doenças misteriosas, nós temos uma outra sequência lógica de fatos, cada acontecimento leva ao outro, sendo todos ligado diretamente, formando um reação em cadeia.
As últimas quatro pragas que atacaram o Egito também formam uma cadeia de acontecimentos bastante interessante, começando pelo granizo.



Como dito no trecho da Bíblia o granizo (saraiva) atacou o Egito, destruindo as plantações e matando os animais que ainda estavam vivos. Como se sabe uma tempestade de granizo forte pode destruir acabando com lavouras e isso foi o que deve ter acontecido naquela época.



Contudo, o fato interessante é a praga que veio a seguir, pois existe uma clara ligação entre as duas:


Como as plantações foram destruídas os gafanhotos acabaram migrando para as cidades em busca de alimentos, além de comerem o que havia sobrado das plantações, por isso o número deles deve ter crescido rapidamente, criando assim uma “nuvem de gafanhotos” que devoraram todos os alimentos que sobraram no Egito.



Essa é uma praga que está mal descrita, não se sabe exatamente o que foi, acredita-se que tenha sido uma tempestade de areia, que é bastante comum no deserto. Ou mesmo uma tempestade com muitas nuvens e chuva, que de algum modo teria uma ligação com a próxima praga, ajudando na criação do mofo nos alimentos estocados.



Essa praga é a mais interessante de todas, pois é bem complexa, envolvendo a morte apenas dos primogênitos, mas mesmo assim é possível explicá-la de maneira racional.
Alguns pesquisadores dizem que a morte de todos os primogênitos pode ser apenas uma metáfora, para dizer que houve uma grande peste que matou boa parte da população, mas ainda é possível interpretar o que esta escrito na Bíblia literalmente. Mas qual a doença mata apenas primogênitos?

Não existe uma doença específica que faça isso, porém existe uma explicação para que isso tenha ocorrido na época. Como os alimentos estavam escassos devido às outras pragas, o Egito estava em estado de alerta, e a qualidade dos víveres não era boa, pois o pouco que restou estava afetado pelo granizo e ainda guardado em lugares inapropriados. Esse mau armazenamento deve ter feito o surgimento de mofo na comida.

Como pouco havia para comer os egípcios se alimentaram com os grãos mofados mesmo, o que em muitos casos pode levar uma pessoa a morte, o que seria considerado sobrenatural na época, por que não haveria explicação. Mesmo assim, ainda fica a dúvida dos primogênitos terem morrido e os outros não, porém isso é explicado por uma tradição egípcia que mandava, em tempos de fome, os primogênitos receberem o dobro de alimentos, para que não morressem. Dessa forma eles também acabaram recebendo o dobro de mofo, o que provavelmente fez com que muitos dos primogênitos acabassem morrendo.

Isso explica de maneira aceitável e lógica a última praga que atacou o Egito, deixando menos misterioso esse livro da Bíblia.



Sodoma e Gomorra


Sodoma e Gomorra são duas cidades citadas no Gênesis, descritas como lugares onde pecados terríveis contra Deus são cometidos e que ele em fúria acabou destruindo e matando todos que lá viviam.

O que desperta a atenção sobre esse acontecimento é que poucas coisas são claras, primeiramente pela localização das cidades, por que não há como descobrir exatamente o local onde elas existiram apenas com o que a Bíblia diz. Em segundo lugar vêm os pecados, pois são descritos de maneira muito vaga. Para completar a grande questão que surge é: Existiram mesmo essas cidades? Ou são apenas ficção?

Todas essas questões ficaram sem repostas por anos, pois ninguém conseguia encontrar nenhum vestígio das tais cidades. E sem nenhuma prova concreta da existência delas tudo o que estava descrito na Bíblia não passava de boato.
Por que mesmo a maior destruição já vista na Terra não conseguiria apagar totalmente os vestígios de uma cidade murada, por maior que tenha sido a fúria de Deus, alguma prova desse acontecimento tinha que estar em algum lugar para provar tudo.

Felizmente em 1924 um arqueólogo descobriu as primeiras pistas que levariam até as cidades de Sodoma e Gomorra. Porém somente em 1967, quando uma escavação em uma área próxima ao Mar Morto se iniciou as cidades perdidas da Bíblia foram encontradas, dessa forma as perguntas que tanto faziam os estudiosos pensar poderiam ser respondidas.
Os estudiosos da área começaram a investigar os materiais lá encontrados para que pudessem assim solucionar os mistérios que envolviam esses vilarejos e seu suposto fim descrito na Bíblia.
A primeira cidade encontrada pelos pesquisadores não se revelou o que todos esperavam, pois aparente o seu final não tinha envolvido fogo como conta o livro sagrado:


Na verdade essa cidade a qual os arqueólogos descobriram provavelmente teve seu fim causado por um ataque inimigo, pois há vestígios de tais, como uma barricada na entrada da vila, marcas de fogo usadas para derrubar o portão de madeira, entre outras.

Quando a teoria de que Sodoma ou Gomorra haviam sido descobertas estava indo por água abaixo, até que novas ruínas foram encontradas. E, para a alegria dos pesquisadores, claramente algo com muitas chamas havia feito com que aquela cidade tivesse seu fim decretado.
Mas com isso surgia uma questão: Como uma cidade naquela região foi destruída por chamas se não havia vulcão e ela era toda de pedra? Apesar de parecer algo inexplicável existe uma boa explicação, baseada em algo que aconteceu a outra cidade daquela época.
Na região próxima ao Mar Morto existem muitos bolsões de gás natural sob a terra e lá também é o local onde uma falha geologia passa. Isso torna o terreno extremamente instável e propenso a terremotos. Somando os tremores com o gás, cria-se um grande perigo, pois um terremoto pode romper um desses bolsões.

Esse gás somado a tremores de terra significa perigo, pois um terremoto pequeno pode gerar um incêndio de proporções épicas, o que faria uma cidade inteira queimar em poucos minutos, matando todos seus moradores. E isso é o que todos os especialistas acreditam que ocorreu na segunda cidade, pois é a única explicação lógica e aceitável.
A Bíblia diz que as duas cidades foram destruídas pelo fogo, porém se o relato bíblico estiver contando a verdade, então as duas vilas ainda não foram encontradas, contudo se os dois locais investigados forem os mesmo citados no livro sagrado, quer dizer que houve um erro na descrição da história.


As cidades encontradas são Sodoma e Gomorra mesmo? Não se pode afirmar com certeza, mas se forem que dizer que a Bíblia esta errada no que aconteceu as duas. Caso essas não sejam, a questão inicial ainda fica: Onde estão essas cidades? Seria mesmo essa história real? Ou apenas uma parábola para mostrar o que acontece com pecadores?

Certezas não existem, a conclusão fica a sua escolha.




Taus Hum

Em várias partes do mundo acontece um fenômeno estranho, que afeta algumas pessoas, principalmente homens, fazendo com que elas ouçam um zumbido baixinho e estridente, que mal se pode notar, mas que fica lá de maneira incessante, atrapalhando e incomodando muito.
Esse barulho chato é conhecido como Taos Hum, isso devido a um caso que ocorreu na cidade de Taos, nos Estados Unidos, contudo sabe-se que essefenômeno pode ocorrer em qualquer lugar, pois ainda não sabe como nem por que acontece.
Em 1991 acontecimentos relacionados a esse zumbido estranho ganharam destaque, tanto que a Universidade do Novo México resolveu investigar alguns dos casos. Com a divulgação da notícia, vários relatos do mesmo fenômeno em outro cantos do mundo surgiram.
Logo se descobriu que em média 2% das pessoas que vivem nos locais afetados sofrem com o barulho. Isso deixou os pesquisadores intrigados, por isso eles resolveram fazer exames nos afetados, porém nada foi encontrado nas pessoas., na verdade a grande maioria não sofria de nenhum problema de audição.


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Muitas pesquisas de campo também forma feitas, para tentar determinar a origem dos ruídos, contudo nada foi encontrado, mesmo por que esse estranho som não é captado direito por aparelhos eletrônicos, como os microfones usados, dificultando os estudos desse fenômeno.
No fim de toda a pesquisa chegou a seguinte conclusão: “Sua fonte é um mistério, e ninguém sabe de onde vem.”
Aí está mais um mistério desse mundo para qual a ciência ainda não encontrou resposta.

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A religião e a ciência sempre foram inimigas, pois as duas são opostas nas suas crenças. Uma é baseada na lógica e outra na fé. A ciência não permite milagres, já a religião é baseada neles. Por essas diferenças as duas vivem se confrontando, numa guerra milenar, que cresce conforme o tempo passa, pois cada descoberta cientifica põe mais em xeque a religião.

Aproveitando essa batalha nós vamos falar sobre os erros científicos encontrados na Bíblia, alguns que podem ter ocorrido devido à ignorância de quem a escreveu na época e outros que segundo a ciência atual são coisas que não poderiam ter acontecido de jeito nenhum, como pessoas que vivem mais de 200 anos, os diversos milagres inexplicáveis, a criação das plantas antes do Sol, pessoas com tamanhos extraordinários, pessoas com poderes sobre humanos, entre outras coisas que a ciência desmente facilmente hoje em dia.
A partir de agora iremos revelar esses erros e expor as explicações cientificas existentes para eles, tentando desmistificar e dar uma maior coerência aos fatos descritos na Bíblia.

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Em várias passagens da Bíblia existem descrições de seres humanos que teriam vivido até idades absurdas, chegando quase a um milênio de vida, como o famoso Matusalém que teria andado na Terra por mais de 900 anos:

Assim como ele, muitos outros personagens teriam vivido mais de 300 anos, algo bastante intrigante, pois mesmo hoje em dia, onde a expectativa de vida é muito superior, não se tem registro de nada parecido. A pessoa que teve a vida mais longa de maneira comprovada foi Jeanne Calment, que viveu 122 anos de 1875 a 1997.

Isso nos mostra que muito provavelmente os contos bíblicos estão errados, pois jamais houve um registro oficial de um ser humano vivendo um tempo tão longo e isso ter acontecido no passado, quando a expectativa de vida era muito menor do que atualmente, é algo quase impossível.
Talvez esses seres humanos citados na Bíblia tenham vivido um pouco mais do que a maioria da sua época e a sua vida tenha sido aumentada pelos contadores de história, para impressionar e criar um mito. Por que segundo a ciência, um homem não conseguiria viver por tanto tempo, a não ser que o povo daquela época possuísse uma tecnologia muito, muito superior a nossa.

Não existe nenhuma pesquisa que pode afirmar com certeza qual o limite da longevidade do ser humano, mas para que ele consiga viver tanto tempo, como descrito na Bíblia, seria necessário um conhecimento tão grande que pode-se levar ainda milhares de anos para que cheguemos lá ou pode ser que o homem jamais chegue perto de viver todo esse tempo.

Por isso essa longevidade excessiva pode ser considerada um erro cientifico da Bíblia, pois uma pessoa ter vivido 900 anos em um época que viver 30 anos era algo excepcional, não pode ser aceito pelo ponto de vista da ciência.

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Em vários textos bíblicos existem descrições de seres humanos extraordinários, que vão desde homens que passam muito tempo sem se alimentar até alguns que ressuscitam. Esses contos, sobre o ponto de vista cientifico, são inverdades, pois alguns dos acontecimentos descritos são extremamente improváveis de terem realmente ocorrido ou mesmo impossíveis.
Por isso vamos mostrar o outro lado dessas histórias, usando a lógica no lugar da fé:
(Mateus 27: 52 – 53)

Definição exata da morte ainda é algo bastante polêmico, às vezes uma pessoas que aparentemente está morta pode estar viva, enganando até mesmo os mais sofisticados exames. Contudo, depois de certo tempo da parada cardiovascular e respiratória, torna-se praticamente impossível uma pessoa sobreviver ou voltar à vida.

Mesmo assim, com essa falta de definição de morte, pode- se afirmar que após um corpo morrer biologicamente, não é possível voltar à vida. Não existe nenhum registro que confirme a possibilidade de ressureição. Por isso os relatos bíblicos devem estar incorretos, a menos que esses “muitos santos” citados no trecho acima, não estivessem mortos e sim em coma ou algo do gênero, mas mesmo assim seria extremamente improvável que todos voltassem à consciência no mesmo momento.
(Exodo 34: 28)


É impossível uma pessoa sobreviver 40 dias sem beber água, ela pode até ficar sem comer nada, porém a falta de líquidos a mataria em menos de uma semana. O corpo humano não aguenta muito tempo sem água, pois ela é essencial em tudo, compondo dois terços de nosso corpo. Dessa forma seria impossível que a pessoa que escreveu nas tabuas os dez mandamentos tenha sobrevivido a quarenta dias de trabalho sem nenhum alimento.
Muito provavelmente a descrição de quarentas dias e noites sem comer ou beber tenha sido metafórica, querendo expressar o quando o trabalho foi duro e longo. Caso contrário a pessoa teria falecido antes de terminar o serviço.
(Juízes 16: 17 – 19)

Todo mundo sabe que não existe nenhuma ligação entre a força muscular e o cabelo humano, sendo assim essa história de que Sansão ficaria fraco caso seu cabelo fosse raspado é apenas um mito ou alguma metáfora utilizada para embelezar o conto.
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